8 de Julho de 2009

Sagu


Estopa


2 de Julho de 2009

Minhas lágrimas não são para qualquer um.


Não ia escrever nada sobre a morte do Michael Jackson, não é o que gosto de escrever e nem a linha desse blog. Na verdade não vou escrever sobre a morte dele ou o que a perda causou em mim (confesso, fora a surpresa da notícia, mais nada), mas vou escrever sobre o que essa morte me mostrou / relembrou.
É inegável que o homem era bom, que ele foi um fenômeno musical, que influenciou uma época com suas danças e que enojou os panacas por querer mudar sua aparência.
Lendo notícias na Internet obre o assunto, vendo TV, ou lendo blogs que costumo acompanhar, percebi uma comoção geral com a morte do cara: fãs chorando, pessoas tristes demais, vigílias em seu nome, etc.
Acho que todas essas demonstrações de carinho são válidas e compreensíveis e toda morte poderia ter disso. Mas não tem, é claro! MJ era um ídolo, alguém admirável por seu trabalho. Justo, justo, justo.
Porém (tudo tem um porém), a morte do cara não me causou profunda tristeza ou fez com que eu me emocionasse. Aconteceu o mesmo com a morte do Senna, dos Mamonas, do Grande Otelo, da Farrah, ou de outras mortes de famosos.
E por que isso? Por que eu gosto do trabalho do cara (e isso o torna imortal, mas isso é coisa dos gregos antigos, então fica prum outro momento) e não do cara.
Uma vez, ouvi uma frase do Eddie Vedder que ele dizia não se conformar com as fãs que gritavam que o amavam.... Ele defendia que elas deveriam amar seu trabalho, ou seja, sua música, mas não a ele, visto que elas não o conheciam para amá-lo.
Isso fez total sentido para mim: Eu só amo os que conheço bem, amo os que pude criar laços afetivos e perceber que são pessoas que valem a pena, que merecem minha comoção. E isso também não é motivo de vergonha ou motivo para me taxar de fria, como muitos já fizeram (já fui chamada de iceberg... hummmmm).
MJ morreu, que pena. Um tio do meu pai também morreu semana passada.... pena também. Mas não chorei por nenhum dos dois. Não conhecia nenhum dos dois a fundo a ponto de amá-los e consequentemente chorar por eles. Não sei se eram boas pessoas, dignas, de moral elevada.... Não sei, pois não convivi.
O produto do trabalho de MJ é muito bacana, ele tinha fama e 3 filhos. O tio do meu pai era escriturário e não sei se o produto do trabalho dele foi muito bacana, deve ter sido, visto que ele não foi marginalizado no mercado de trabalho, então, talvez ele também tenha sido famoso (dentro dos limites da atuação dele) e por coincidência, também tinha 3 filhos. Quem merece mais lágrimas? Os dois, em igual quantidade, pra mais ou pra menos, tanto faz, é só escolher.
Só não concordo com aqueles que levados pela massa e pela mídia, derramam lágrimas e se entristecem, mas nunca pararam para pensar no porque estão de fato chorando.....
Se todos tivessem o cuidado de tentar ser mais conscientes do que fazem, talvez o mundo fosse mais equilibrado.....


1 de Julho de 2009

Inferno astral / Idade / Promessas


Ontem começou meu inferno astral!!!!
Hummmmm..... bom, acho que vai começar um apocalipse astral, afinal, o inferno eu já vivo diariamente desde setembro do ano passado....
Agora eu ganho uma ulcera!!! Ou uma coluna literalmente emperrada.....
Mas vamos sobrevivendo não é mesmo?

***

Teve uma cerimônia outro dia aqui na empresa e as pessoas desocupadas se puseram a fofocar:
“Fulana, é verdade que a Gaborin tem quase 30 anos?”
“Hã? Não..... acho que ela só tem uns 22 ou 23 anos”
“Mas ela falou que tem quase 30”
“Com aquela carinha, impossível....”
“Ou com aquele corpo.... muito magra...”

No dia seguinte:

“Gaborin, quantos anos você tem?”
“Farei 28 no final do mês”
“J-U-R-A???? Não acredito.... tão menininha....”
¬¬

***

Prometo deixar de tentar parecer machão se você deixar de me alfinetar por conta daquela merda de mensagem SMS. – Ele disse.
Acordo fechado – ela concordou, mesmo tendo certeza que dali a pouco tempo, poderia voltar a alfinetar a vontade.
Ele, como ela tinha certeza, voltou a tentar parecer machão.
Mas ela não vai mais alfinetar, vai é enterrar a estaca no peito e ainda dar umas marteladas....
Sim, a vida é injusta...... >-)

26 de Junho de 2009

1998


Tudo isso foi de um longínquo ano de 1998.....

***

Dona Ester, uma mulher de 65 anos, era secretária de um dentista que possuía um consultório perto da escola de informática. Ela era uma senhora bastante esforçada e ganhou do patrão um curso de informática para poder usar o novo equipamento do consultório e facilitar seu trabalho.
No primeiro dia de aula veio o aviso: a aluna não possuía noção alguma de computação e nem nunca mexeu com um computador. Já que era assim, a aluna deveria aprender, inclusive, como um computador deveria ser ligado.
Quando ela chegou, computador e aluna foram apresentados: O computador estava indiferente e a aluna tremia muito. Assim que ela sentou-se à mesa e tentou ligar a máquina, caiu num choro apavorado.
Deu trabalho pra ela aprender a ligar o computador e usar o mouse foi um sacrifício.

***

Maristela e Renato eram irmãos, de 5 e 4 anos respectivamente. Os pais trabalhavam e as crianças tinham atividades o dia todo: escola pela manhã e nos outros horários, informática, judô, balé, natação, inglês, futebol, etc,, mas as crianças queriam brincar.
Corriam sem parar entre os computadores. Um dia o Renato tropeçou no fio do monitor e criança e monitor ficaram estatelados no chão. Criança rindo e monitor destruído.

***

Adriana queria aprender mais sobre informática. Já havia feito um curso completo numa escola concorrente, mas voltou a estudar alegando esquecimento. Ela até tentou relembrar, mas ela não sabia nada e nem aprendeu, ela queria ficar longe de casa, longe do marido que a oprimia. Ela chorava sobre o teclado.

***

Guilherme era um adolescente bonito e quieto. Os pais acreditavam que com um cursinho de informática o menino teria mais chances no mercado de trabalho. Ele era educado e quando recebia uma instrução, disfarçava que não conhecia, mas achava aquilo muito tedioso. Era certo que Guilherme sabia muito mais que a instrutora.
Mas os pais pagavam o curso e ele tinha que ir. Coitado.

***

Jéssica era uma garota muito bonita – e que tinha plena ciência de sua beleza. Tinha 14 anos e que falava pra quem quisesse ouvir que era evangélica. Após um tempo de curso, começou a contar, também para quem quisesse ouvir que tinha um namorado e que iria se casar. Quando estava sozinha com as instrutoras, dava dicas de sedução e do que fazer pra excitar o namorado. As instrutoras, mais velhas e muito mais inexperientes que a garota às vezes se chocavam.
Um dia ela foi flagrada, pela dona da escola, na escadaria de acesso às salas atracada ao namorado. Ela nunca mais voltou para o curso.

25 de Junho de 2009

Escolha de nome


Papai e mamãe tinham somente um filhinho de dez anos.
Viviam felizes para sempre, quando numa noite de falta de luz, as coisas esquentaram e papai e mamãe foram dormir muito tarde.
Semanas depois, o óbvio estava confirmado: Papai e mamãe iriam ter mais um filhinho.
Como no início de década de 80 ainda não era comum fazer ultra-som para descobrir o sexo do bebe, a mamãe providenciou um enxoval todinho em amarelo.
O tempo foi passando, o barrigão crescendo e qual seria o nome do novo filhinho? Ninguém sabia escolher, afinal, quem é que estava esperando aquele outro bebe na família?
Daí a criança nasceu e era menina. E que nome dar para aquela coisa gorda?
Mamãe, que estava feliz da vida por agora ter um casal de filhos, resolveu que ela iria escolher uma porção de nomes que ela achava bonito e o filhinho sortearia um deles.
Combinado como seria o esquema, mamãe colocou num saquinho diversos nomes: Vanessa, Juliana, Priscila, Gabriela, Patrícia, etc. Quando o filhinho escolheu, veio primeiro Gabriela. O papai sugeriu que fizessem a melhor de três (nesse momento é possível imaginar que papai gostasse de algum outro nome). O filhinho sorteou então Vanessa e na melhor de três, veio novamente Gabriela.
E foi assim que escolheram o nome do bebe gordo que viraria a vida da família de pernas pro ar e que ganharia, algum tempo depois, o apelido de Gaborin Gaboriela.

E o seu nome, como foi escolhido?

24 de Junho de 2009

Workshop de bons modos


Ontem fiquei o dia inteiro, mas inteirinho mesmo, fazendo uma imersão em práticas de qualidade na empresa para a qual presto serviço.
Foi cansativo, mas foi até bacana. Só que eu acho que antes de tentar alcançar a qualidade, deveriam fazer clínicas – workshops – laboratórios – imersão – ou qualquer outro nome da moda em educação básica.
Sabe aqueles conceitos bem primários do tipo, responder a um cumprimento, falar bom dia, pedir licença, etc? Pois é.... por aqui não são práticas muito trabalhadas ou utilizadas.
Muitas vezes, eu acho que o problema deve estar na água, visto que muita gente é mal educada demais. Impressionante...
#desabafo

17 de Junho de 2009

Quando a esmola é demais, o santo desconfia....


Dona vovó de Gaborin queria ir a uma churrascaria e foi a tropa toda levá-la: Mamãe de Gaborin, titia de Gaborin, namorado de Gaborin e também a Gaborin!
Ao chegarmos, ganhei um cupom de uma agência chamada Lartur Turismo para concorrer a uma viagem, tudegratis! Ao final da refeição, preenchi o cupom, entreguei e desencanei da coisa. Na quinta feira minha mãe me avisou que eu havia ganhado a viagem. UEBBAAAA....
Liguei na agencia de turismo e a garota que falou com minha mãe e pediu para que eu retornasse a ligação, não sabia me informar nada. Fui então convidada a ir até a churras pegar a cortesia da viagem. Antes de ir, ligaram outra vez pedindo que eu comparecesse MESMO à churras para além da cortesia, pegar um brinde extra.
Ok, aparecemos lá (eu e benhê) e fomos atendidos por um vendedor da empresa. Ele não foi antipático, mas também não parecia com muito saco de estar lá.
Pois bem, não sei se ele é machista ou se ele achou que o benhê precisaria de mais atenção para poder aceitar a proposta, só sei que ele me deu uma ignorada básica e falou só com o Ju.
Além da viagem, que só poderá ser “consumida” em agosto (e eu com esperança de ser em julho), nós também havíamos sido contemplados com um super produto bacana, que iria fazer nossas vidas de turistas chiquérrimos um arraso de gramú.
Funcionava assim: Tínhamos direito a mais uma promoção da agência para fazer viagens com bastante desconto por todo o Brasil, em época de alta temporada ou não, nos hotéis que trabalhavam com eles, levando mais seis pessoas conosco. Nos tornaríamos associados da agência e teríamos cada um, um cartão nominal, que custa para os humanos normais *somente* R$7.800,00. Mas como nós, meta-humanos de rabo virado pra lua, fomos agraciados com o brinde, não pagaríamos nada pelo cartão..... apeeeeeennnnnaaassssss uma taxa de manutenção no valor irrisório de R$ 2.640,00 que poderia ser dividido em 10 vezes.
A proposta realmente parecia tentadora demais, nós seríamos os mais espertões se optássemos pela promoção. Mas antes de ser espertão é bom ser inteligente e por conta dessa característica tão pouco valorizada nos dias de hoje, desconfiamos que alguma coisa estava errada. Quando começamos a sinalizar que não havia interesse, veio o golpe final, usado pelo homem de nome que quer dizer “o ponto mais elevado do firmamento”, foi o básico de todo adepto do marketing agressivo: eram três os cartões, duas pessoas já levaram os delas, só havia o que nos era oferecido e não daria pra esperar nossa decisão. Era naquele momento ou nunca mais!
Agradecemos e fomos embora, é lógico! Ao sair da churras, poderamos: se fosse uma empresa renomada no mercado, até nos sentiríamos seguros, mas eu nunca ouvi falar em Lartur, e eu pagaria mais de dois mil reais pra empresa em meses desaparecer do mercado e eu ficar a ver navios; Não viajamos tanto assim pra compensar, afinal, o translado e outras facilidades que uma empresa de turismo nos proporcionam, seriam por nossa conta, portanto, teríamos dor de cabeça.
Já no carro, peguei a “cortesia” de viagem que ganhamos: O vendedor, explicou uma porção de coisas, menos umas letras miúdas num canto que diz que nos será cobrada uma taxa de reserva quando escolhermos o hotel. Como assim cara pálida??? Fora que essa cortesia de três dias e duas noites só podem ser utilizadas de segunda a quarta feira. Claaaaro... ninguém trabalha e vive na flauta, né? Além do mais, não sabemos nomes dos hotéis que poderíamos ficar e nem o endereço, tudo é obscuro.
Curiosa que sou, googlei pelo nome da empresa e como eu esperava, encontrei uma porção de reclamações sobre eles no site Reclame Aqui (A maioria por problemas que as pessoas enfrentaram com esse cartão de super descontos).
Como não estou desesperada pra viajar, vou esperar até dia 1º de agosto pra ligar lá e ver qual é a da empresa. Se eles realmente cobrarem a tal da taxa de reserva, o que era desconfiança vai se concretizar: a empresa é pilantra que só!
Quando contei isso pro meu cunhado, ele sabiamente disse: “Se você quer promover sua empresa, faça uma promoção que valha a pena e não ofereça esse tipo de merda.”
Agora é aguardar.... vamos ver no que dá....

16 de Junho de 2009

Quer calar a boca?


Tem muita coisa que eu não gosto. Você também deve ter uma lista bem recheada de coisas que não gosta. Não conheço ninguém que goste de tudo (e que seja normal).
Por exemplo, não gosto de peixe cozido e, tampouco gosto de morar no interior.
Claro que esse não gostar tem escala: Morar no interior está na escala dois (não gosto, mas isso não me perturba muito); Peixe está na escala sete (sinto ânsia quando tento comer peixe cozido).
Mas o que está na escala 10 do que não gosto é o fato de as pessoas interromperem minha fala. Isso sim me dá vontade de ser estúpida, bruta, malévola e sanguinária.
Algumas vezes, enquanto falamos, a interrupção é necessária e portando, plenamente aceitável. O que me deixa enraivecida é quando estamos no meio de um raciocínio e chega um manézão e corta a conversa com um assunto que não tem nada a ver com nada.
Esses dias, estava argumentando calorosamente com uma “pissôua” conhecida quando um terceiro chegou e falou que preferia me ver vestida de azul e não de branco. Tive que interromper minha fala, mas ignorei o comentário impertinente. Prossegui meu raciocínio e novamente fui interrompida – nisso, já senti o sangue subir - com outro comentário patético.
Em determinado momento da conversa, a própria pissôua me interrompeu (fazendo um paralelo bacana com meu assunto) e por haver intimidade e a paciência ter ido pras cucúias previamente, ralhei dizendo que não gostava de ser interrompida por assuntinhos inhos. Rolou a tensão do segundo e voltei a falar. Nisso o chato voltou a se pronunciar... a pissôua, percebendo meu desagrado mor, pediu silêncio e pude concluir meu raciocínio.
Gentem, por favor né? Sempre ensinaram em casa que devemos respeitar enquanto o outro fala, que cada um tem seu turno e que é feio, muito feio interromper alguém.
Então fica a dica: Se o assunto não lhe interessa, afaste-se. Se você não entende do que está sendo conversado, cale a boca e escute para aprender alguma coisa. Se você quiser chamar a atenção, acredite, só ficarei com raiva de você.....

9 de Junho de 2009

Gaborin, a prendada


A comida aqui na senzala é MUITO pesada. Não é a pior que já comi em bandejões de grandes empresas por aí, mas nessas outras empresas, eu almoçava uma vez a cada 15 dias no máximo. Aqui, eu deveria almoçar todo dia.
No começo eu almoçava mesmo, até por que eu ficava aqui só três dias da semana e na outra empresa, dois dias. Então, a coisa não ficava tão terrível. Eu almoçava lá e cá, sobrevivia e não reclamava.
Quando fui mandada pro interior definitivamente, imaginei que continuaria almoçando comida e no jantar, eu iria saciar minha fome com um lanchinho e iogurtes. De fato consegui até eu começar a passar mal de verdade do estomago. Comendo todo dia é que eu pude ver como a refeição aqui é ruim e também cara, visto que eu passei a comer salada e um pedacinho vagabundo de carne dura. Depois de duas crises seguidas de estomago, desisti de vez de almoçar. Às vezes como um lanche, às vezes nada, outras vezes tomo água.
Claro que à noite, eu fico faminta e o famigerado pãozinho na frigideira com manteiga já não dava mais conta. Comecei a comprar batatas, verduras, macarrão, etc. Acontece que fora a verdura, no pãozinho ou no macarrão eu colocava manteiga.
Não agüentava mais. Decidi acabar com a ditadura da manteiga e ontem, quando passei no mercado, comprei uns apetrechos. (de cozinha, que fique claro...)
Segue agora a minha receitinha de molho de macarrão com as coisas que podem existir na casa de quem mora acampado em um ap no interior (longe da família, dos amigos, ou de qualquer coisa boa que já existiu na minha vida... #mimimi):

- Lingüiça calabresa fininha e defumada (vende nuns pacatinhos tipo salsicha)
- Requeijão (uma colher que pedi pra minha roommate)
- Um tomate
- Azeite (tinha no ap pq eu tempero as saladas)
- Sal (sempre pego uns saches de sal por aí quando dá)
- Pouquinho de água

Modifazê: Eu gosto de tirar a pele de calabresa e pico em rodelinhas fininhas. Também piquei o tomate mega blaster pequenininho, tirei a semente (mas não a pele – preguiça, sabe). Daí fritei a calabresa no azeite até ela dar uma douradinha e acrescentei o tomate. Achando que ele iria soltar um montão de água, dexei ele lá cozinhando e dissolvendo até perceber que a mistura precisava de um pouquinho de água (não peça detalhes, algo me dizia para acrescentar água ali). Daí deixei lá fervendo, tive que acrescentar sal e fui mexendo de vez em quando. Nisso o macarrão já estava cozinhando. Quando o macarrão estava quase no ponto, desliguei o fogo do molho e acrescentei uma colherona de requeijão. Então escorra o macarrão, misture o molho e coma.

Cara.... não imaginava que seria tão fácil e ficaria tão saboroso. Adorei.

Palmas para mim!

4 de Junho de 2009

LuluzinhaCamp #5


Ahhhhhh........ vou parar a correria só por 5 minutos.... Pq eu mereço.... :-S

Acontece que sábado tem LuluzinhaCamp #5 aqui em Sampa. Por mais que o sábado vá ser alucinadamente corrido, eu não perco esse encontro por nada no mundo.
Vai ser num espaço linducho, fácil de chegar... tudodibom!
Depois dos pedidos e ameaças de levante caso eu não leve o brigadeiro de ovomaltine, providenciei todos os apetrechos.
Da outra vez que levei os brigadeiros, enrolei, passei no ovomaltine e coloquei nos papéis. Acontece que ele “babou” todo, grudou no papel e quase morri de vergonha de ver as meninas lambendo papel pra poder comer o bendito brigadeiro.
Dessa vez, pra que isso não aconteça, já comprei uns copinhos de acrílico super coloridos e colheres também de acrílico pra todo mundo se esbaldar em chocolate.....São duzentas unidades, mas como vou cozinhar os brigadeiros na casa do namorado, esqueçam pelo menos uns 50.....
Mas acho que 150 brigadeiros vai rolar, né?????? Hehehehe

Bom, agora vou voltar pros grilhões senão o capataz estala o chicote.... ai ai ai.....

28 de Maio de 2009

Chocolate para quem?


Na segunda feira, percebi que a TPM desse mês viria galopante. Eu estava morrendo de vontade de esganar alguém no dia. Tudo bem, eu confesso, continuo querendo esganar alguém.
Percebendo meu estado, pensei: “todo mundo que se diz triste, nervoso ou irritado, come chocolate pra melhorar de humor. É quase que uma terapia gastronômica.”
Então fui ao mercado, escolhi um chocolate da Nestlé ao leite Classic. A embalagem é bonitona e isso sugeriu para meu lado consumista que o tal chocolate era gostoso.
Voltei para casa, arrumei as compras em seus lugares e fui preparar algo salgado pra comer, pensando em mais tarde, comer o chocolate e ser abençoada com a sensação de bem estar que tantos falam. Jantei, desfiz as malas, arrumei o quarto, separei as roupas para a semana, fui tomar meu banho e ler meu livrinho (já estou no sétimo e último livro da saga do Harry Potter!) e esqueci completamente do chocolate. Limpinha, quentinha e de barriguinha cheia, dificilmente eu estaria enfezada.
Na manhã seguinte, vi o chocolate e prometi comê-lo quando voltasse para casa. Essa promessa continuou até hoje pela manhã.... Mas hoje eu desisti... Ainda não sei se o chocolate é bom.... Bom, nem quero saber pra falar a verdade...
Amanhã o benhê vai ganhar a barra de chocolate inteirinha. Não por eu ser boazinha, longe disso, é que ele vai ter que ter muita calma, amor e felicidade naquele coraçãozinho pra ficar ao meu lado com a TPM doida....
No final, percebi que o melhor que fiz foi ter comprado o chocolate...

22 de Maio de 2009

Pádrinhos Mágicos.......

Gaborin Wanda e Cosmo Serra

Tudo bem se um garoto tem Padrinhos Mágicos.......


Festa a fantasia muito boa (minha primeira festa a fantasia, que vergonha). O Jú fez a proposta de irmos de Padrinhos Mágicos e foi ótimo.... Muita gente entendeu e tivemos nossos 30 segundos de fama!

Toda a patota fantasiada!!!!!

Esta é uma publicação do Gaborin Gaboriela. Se você leu em qualquer outro lugar sem os créditos, ele foi surrupiado sem autorização! Avise-me!

13 de Maio de 2009

Gaborin, a sumida!

Não, eu não morri! (mas estou emagrecendo a olhos vistos, acredite)

Acontece que o trabalho está me sugando de tal maneira que a criatividade foi pra PQP e não consigo escrever nada de legaus mesmo quando a idéia me parece mega blaster maneira!
O final de semana foi ótimo. Fomos a uma festa a fantasia muito bacana e nossa fantasia era engraçada.... Depois eu coloco as fotos.
Também acontece de aqui no interior não estou com computador e nem Internet, o que ajuda a complicar.
Estou com mais de 500 notícias do reader pra ler, aposto que tem muito mais do que 200 e-mails (Inclusive tem um da minha prima que eu só consegui ler via celular).
Os finais de semana também estão MUITO atribulados, afinal tudo o que não posso fazer durante a semana por estar aqui na senzala, tenho que fazer no findi. Daí, sempre alguém acaba sem atenção e eu não consigo descansar nada....
Também estou bem irritadinha com algumas coisas que acontecem por aqui, mas isaso merece outro post...
Enfim, acreditem, e me ajudem a acreditar: essa fase negra vai passar.... vou poder voltar a dar atenção a esse bloguinho lindo e a mim também!

P.S. 1: Van, não acredito que aconteceu tudo aquilo..... fiquei bege!

P.S. 2: Ale, adorei o caderninho! Já estou providenciando para que ele fique mais "Gaborin"!

8 de Maio de 2009

Coisas que são iguais:


Tem algumas coisas, nomes e lugares que são absolutamente iguais para mim....
Eis alguns dos exemplos que estou lembrando...

Congonhas = Cumbica

Banespa = Bradesco

Patrícia = Priscila

Shopping Vale Sul = Shopping Center Vale

Cumbuca = Cuíca

Jd. Sacrifício = Jd. Suplício (suplício foi o nome que chamei o Jd. Sacrifício durante anos)