8 de março de 2010

Como comprar uma casa

Adivinha sobre o que vou falar????
Minha casa, é claro!

Mas vamos começar do começo: no início eram apenas trevas... O Ju me pediu em casamento em setembro de 2009, no dia 10, quando fizemos três anos de namoro. No mesmo final de semana começamos a procurar apartamento.
Acontece que começamos a procurar sabendo o que queríamos.
Quando começamos a ficar com vontade de formar nossa família, passamos a fazer uma lista com tudo o que gostaríamos e o que não gostaríamos em um imóvel. Tanto eu quanto ele cedíamos quando necessário, mas em geral, sempre tivemos opiniões muito próximas.

O que nós queríamos:
• Apartamento antigo, de preferência da década de 80 pra trás;
• com mais de 60 metros quadrados; no máximo dois quartos;
• uma vaga de garagem;
• menor condomínio possível;
• fácil acesso de carro;
• que fosse na zona oeste de São Paulo, pra ficar entre as duas mães;
• e o mais importante de TUDO: que fosse pertinho do metro. Mas perto, eu digo menos de 5 minutos andando, pra gente não ter que pegar carro pra fazer as coisas. (disso eu nunca abriria mão)

O que não queríamos:
• prédio com elevador;
• área de brinquedos enferrujados com crianças mal criadas lazer;
• não queríamos tanque gelado e cheio de cloro misturado com urina piscina;
• em rua de feira livre;
• local muito baixo, pra não alagar;

Sabendo disso, começamos a procurar na internet e em classificados no jornal. Confesso que no jornal paramos logo de cara..... Mas na internet, por ter foto, piramos na batatinha.
Também saímos com a máquina digital na mão, muito pique e determinação pra pegar endereços e telefones de imobiliária. Te enganei: a parte do ‘muito pique e determinação’ é uma grande mentira.
Passamos a comparar preços e tamanho de apartamentos. Desistimos da zona oeste logo no início. Os apartamentos que tinham um tamanho razoável pra caber nossas coleções (DVDs, quadrinhos, livros, brinquedos, latinhas e paper-craft), tinham preços proibitivos. Os que tinham um valor aceitável eram verdadeiros pombais.... Sabe aqueles apartamentos que de tão pequenos, se você solta um peido quebra o vidro da janela por causa da pressão de ar? (desculpa, mas nenhum casal mora bem num apê de 30 metros)
Começamos a procurar na zona norte e daí sim fomos felizes. Uma semana depois de começar a procurar, encontramos o apartamento dos nossos sonhos, olhamos só mais um, mas o primeiro era o que nos faria felizes..... Nem ficamos muito preocupados em continuar olhando... amamos.....
A lista que fizemos no começo ajudou muito. Desistimos da zona oeste por um bem maior. Estamos numa localização excelente, pertinho pertinho do metro e o apê é grande, vamos caber sem apertos e sem problemas....
Claro que comprar na planta é bom por causa das facilidades de financiamento e tal, mas não dar uma olhadinha nesses apartamentos antigos pode ser um desperdício de boas oportunidades, viu????


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7 de março de 2010

Óculos que nao compro

Tenho os zôio claro. Uns amigos dizem que quem tem olho ‘branco’ é terrível. Eles me encaixam no grupo dos terríveis. Na verdade terrível é ficar sem óculos de sol.... Parece que quem tem olho claro padece muito mais.... Enfim...
Tou precisando de um óculos de sol novo.... Um que seja confortável, não tenha ondulações na lente, que não esprema minha cabeça, e que seja bonitinho (e não me deixe parecendo uma abelha). Preço bom também é fundamental.
Aparentemente a Chilli Beans seria a marca ideal.
Só que pra mim não é.
Por isso: Depois que a marca saiu do cenário underground do Mercado Mundo Mix e começou a fazer sucesso, vinculou em algumas revistas e outdoors umas propagandas que me influenciam negativamente até hoje.
Lembro de uma que me deu muito asco: Num sofá, havia um vovô sentando e duas modeletis/piriguetis vestidas de baby-doll numa posição muito insinuante. No balão de fala delas também havia frases que soavam pejorativas pra mim.
Lembro que as propagandas eram todas nesse sentido: Se eu sou mulher e uso chilli beans vou dar horrores sem o menor amor próprio e se eu sou homem e uso chilli beans vou comer horrores, fortalecendo minha imagem de cachorrão safado...
Na época eu nem acompanhava os fóruns a respeito de feminismo ou tinha muita argumentação contra machismo. Não sei se hoje essa propaganda seria bem vista.
O que sei é que hoje, eu ainda associo a marca a uma idéia de ser humano que eu não compartilho. Eu não sou assim e não uso nada que me coloque no grupo dos que são.
Daí eu não compro os produtos da marca. Contudo assinalo: Eu não compro a marca, mas quem o faz, que seja feliz e eu não vou te discriminar por isso, ok???? E nem acho que quem compra a marca atualmente, lembre-se da propaganda ou se sinta como eu...
Até imagino que não tenham sido os donos que criaram a campanha, mas que eles aprovaram o que a agência fez, aprovaram sim!
Ta vendo pessoal de marketing, como vocês são eficazes? Uma propaganda que nunca foi esquecida! Só que vocês perderam a cliente permanentemente.

Âpdeite: Tentando achar alguma imagem das antigas propagandas, encontrei muitas reclamações sobre a empresa... É, agora que eu não viro mesmo uma consumidora.




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5 de março de 2010

Sobre blogues

Não sou um ás dos blogs, não tenho relevância na blogosfera, não formo opiniões e muito menos sou famosa.
Contudo, fiz amizades gostosas durante esses três anos de Gaborin. Conheci mulheres maravilhosas e como eu já disse em outra ocasião, tenho um mega orgulho desse espaço.
Acontece que eu, por adorar ter um blog, me preocupo em saber das tendências e das opiniões de quem trabalha com isso. A Nospheratt é a minha ídala maior ;-D. Sério, aprendi muito com ela participando do desafio dos 21 dias.
Muita coisa eu não fiz, confesso (agendar postagens foi um completo fracasso). Vários itens eu nunca soube implementar (Ahhh uma busca interna no blog é meu sonho de consumo), outras eu nem faço idéia de como utilizar.
Bom, o fato é que além de prestar atenção em muita gente que dá dicas de como blogar, acompanho atualmente 173 blogs. A maioria eu acompanho com gosto, alguns por comodismo, dois ou três por recomendação duvidosa e vários estão na corda bamba para serem ‘desacompanhados’.
E nem é por serem ruins, viu? Tem muito blog bacaninha nessa lista que ficará de fora do GReader por um motivo simples: Eles disponibilizam apenas um pequeno trecho do post para leitura em agregadores de notícia.
Isso é ruim pra mim. Veja bem, 173 blogs é coisa pra caramba (pra mim é) e se eu tiver que entrar em todos pra ler alguma postagem, pra que eu vou ter um reader? Além disso, blogs são bloqueados em muitos locais, daí que eu não vou ver mesmo.
Sabe o que parece? Que o blogueir@ quer obrigar o leitor a entrar no blog (ter muitas visitas no google analytics é vício, é??). Potz... detesto ser obrigada a fazer as coisas.
Quando eu vejo algo interessante e me animo a comentar, mesmo que eu não possa fazer naquele momento, marco o que quero e chegando em casa, interajo. Não é por que eu fui obrigada a entrar no blog de alguém pra ler a notícia que eu vou comentar.....
Outra coisa que me mata de desgosto: fundo preto. Quando lemos o post via GReader é ótimo, daí quando entramos no blog, nos deparamos com aquele desagradável fundo preto. Associo fundo preto aos blogues de adolescente ‘revortoso’ que vai escrever só em fundo preto, por que fundo preto é do metal do mal.... \m/

Me economiza, porrr favor.

 

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2 de março de 2010

De volta a Sampa.... mais ou menos...

Êêêê.... a partir dessa semana vou passar 40% da semana em São Paulo. Projeto novo e tal. O antigo, lá no interior ainda continua, mas espero que por pouco tempo.
Mas tem coisas que não necessariamente vem pra bem. Voltar a trabalhar em Sampa é ótimo, mas pegar trânsito, não. Sair do interior é ótimo, mas assumir um projeto com pessoas escrotas não.
Explico. O pessoal da nova empresa é de uma energia tão pesada que dá pra apalpar essa ‘energia’. Falsidade extrema, um puxando o tapete do outro, um querendo aparecer mais que o outro, etc. Deu pra perceber, logo no primeiro dia, que é o comportamento comum por aqui.
Daí que uma das estrelas (sim, pq nessa área só tem gente suUUuuUuUper inteligente, linda, rica e magra) me solta a pérola: ‘Ai gentchyyyy, temos que fazer a remanejação da sala!!!’. Quase caí da cadeira de dor: atentado contra meu português....
Daí a mesma florzinha de candura da remanejação anuncia em alto e bom som que não sabe ó que é um topógrafo. Cultura passa loooonge. Não digo que as pessoas tenham que conhecer técnicas de topografia, mas o básico é saber o que é e qual é a atividade fim. Engraçado dessa galera é que todos estudaram em boas escolas, fizeram faculdadezinha tcharãns e não sabem nada de cultura geral (Mas de novela a e fofoca, sabem tudinho). Vergonha alheia.
E como caçoam dos outros. Se acham muito melhores que qualquer um da empresa. Isso aqui é um ninho de cobra. Com cobras famintas por almas... Cobras de alma negra famintas por almas boas...
Eu digo que quem segue a carreira dessa gente tem uma falha grave de caráter e como energia semelhante se atrai, todos fazem o mesmo curso superior. Ok, conheço duas pessoas que eu não encaixo nisso, mas como diz o ditado, a exceção confirma a regra.
Pra coroar, tem um monte de mulher, com seus 40 anos que convivem com outras de 22/23 anos e querem imitar a imaturidade das mais novas. Sabe aqueles tipinhos que não aceitam a idade que tem e tentam camuflar com roupas, trejeitos e idéias que não encaixam? Pois é, triste isso.....
Olha, cada dia que passa bate aquele desanimo, cada vez mais.....




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1 de março de 2010

Perguntas

Verdade que o creme anti-celulite, usado religiosamente, duas vezes ao dia funciona?
Pra mim não deu em nada.

Verdade que o desodorante que reduz os pelos em poucas semanas funciona?
Pra mim não funcionou e ainda vence mais rápido que os outros.

Verdade que o esmalte é de alta duração?
Na minha unha fica uns 2 dias...


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19 de fevereiro de 2010

Parabéns Cebola




Meu presente pra você (que será colorido com todo o cuidado e entregue em mãos!)

Amamos você!

9 de fevereiro de 2010

Coisas que não consigo fazer:

Dançar na frente do espelho. Adoro dançar. Foi uma época muito boa quando fiz aula de dança de salão com o Osmar. Era divertido, relaxante e as pernocas até que estavam ficando bacaninhas.... Mas não consigo conceber a idéia de dançar na frente do espelho. Vergonha de mim mesma, entende?
Espelho é aquela maldição que me denuncia, que grita que estou patética por usar tal roupa ou com a maquiagem borrada. Ele é uma das melhores ferramentas que utilizo pra acabar comigo mesma. Acho que se eu dançar na frente do espelho, minha imagem sairá lá de dentro e me dará uns bons sopapos, isso sim. O espelho esfrega na minha cara o tamanho da afronta a tudo o que é humano por expor ao mundo tanta falta de coordenação, graça e leveza.

Cantar no chuveiro. Parece ser consenso que o chuveiro é o local em que todos soltam a voz. Ahhh como isso soa bizarro para mim. Já tentei? Claro. Também via novela e outros programas da TV aberta quando era menina (não que eu tenha virado menino, enfim). No dia que tentei cantar, desisti. Primeiro que eu não decoro música... bem, até decoro, mas não por muito tempo e não inteira inteirinha; segundo que eu detesto ouvir minha própria voz, e nem acho ela feia, só tenho certeza que não nasci com o dom do canto e meu espelho mental (o mais maldito) sempre está ali para alertar o quanto sou patética...
Só arrisco cantar quando sei que não tem ninguém por perto (e me certifico diversas vezes disso) e que o volume do som está mais alto que minha voz.


âpideite: Esse post foi inspirado numa postagem da Ila...

 
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8 de fevereiro de 2010

Nasce pobre e morre pobre

Não adianta quanto dinheiro você possa ter, se você tem essência de pobre, sempre será pobre.
Trabalho numa empresa que vende artigos caros, ou seja, não é qualquer um que pode comprar. Na verdade é tudo MUITO caro...
Sempre aparece uns gringos pra comprar os produtos e de vez em quanto (é mais difícil) aparecem uns brazucas pra gastar o din din (Que em geral é alguma celebridade do momento que não sabe mais onde gastar).
Acontece que dia desses, apareceu uma galera da nossa querida Terra Brasilis. Como eles iriam gastar bastaaante dinheiro, a empresa resolveu fazer um agradinho e serviu umas trufas e champagne. Até aí tudo bem, tudo lindo....
Só que a galera que apareceu aqui, pode estar montado na grana, mas nunca vai deixar de ser pobre:
Os compradores mal chegaram e já foram pegando as coisas da mesa... Sabe pobre quando chega em festa de casamento (que tem boca livre) e fica desesperado pra ser o primeirão da fila e pra encher o prato o mais que ele puder? Então, assim...
A esposa do comprador, visivelmente possuidora de problemas de saúde por conta da obesidade (galera, não é pegando no pé das gordinhas, mas essa tinha dificuldade até pra andar ), comia as trufas como se não houvesse amanhã e entre uma risada histérica e outra, reclamou que não tinha onde sentar. E ela bebeu o refrigerante na lata mesmo, ignorando os copos.
Daí o fulano, depois que comprou de fato o produto, pegou a garrafa de champanhe e chacoalhou MUITO, provavelmente inspirado nos pilotos de F1. Quando a bebida ‘estourou’, emporcalhou de tal maneira o chão, que duas faxineiras foram chamadas para conseguir limpar tudo...
Cara, numa boa. Não é a melhor champanhe do mundo, mas parecia que nunca ninguém havia tomado champanhe na vida. Enquanto num acabou, eles não pararam de beber. Quem mais bebeu foi o filho do comprador. O que foi aquilo??? Por sorte, ninguém ficou bêbado. E sabe o motivo da não bebedeira? É que na hora do ‘estouro’ caiu tanta bebida no chão que não sobrou muita coisa pra ser servida.
E falavam alto, e riam alto e não prestavam atenção ao que estava sendo falado...
Por isso eu digo, não importa quantos zeros depois do um uma conta bancária possa ter, se o cara for pobre, ele será sempre pobre....
Os ricos brasileiros poderiam ser discretos como os gringos... seria tão melhor...


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5 de fevereiro de 2010

Empregado fala português.


Estava lendo as postagens (dos muitos blogs que acompanho) atrasadas da época de férias e me deparei com um post da Zel comentando sobre o twitter da Sasha, filha da apresentadora Xuxa. Leia o post da Zel como um todo para entender.
Isso me fez lembrar de uma história que ouvi ao entrevistar a matriarca de uma família para o trabalho.
A história era assim:

“Sou inglesa e todo ano, visitávamos a minha família lá. Como minha língua mãe é a inglesa e a do meu marido é o alemão, nossos filhos foram criados falando três línguas: o português, o inglês e o alemão. Cada um falava com os filhos em sua língua pátria e as crianças entendiam bem.
Um dia viajamos para a casa de minha mãe e alguns dias depois que chegamos, enfrentamos um problema na casa e por isso, chamamos um técnico. Após sua chegada, eu e minha mãe continuamos nossos afazeres quando de repente ouvimos o homem quase gritando ‘What?, What’. Descemos até o porão para ver o que estava acontecemos e encontramos o meu filho mais tagarela com o homem, que ficava cada vez mais nervoso.
Quando o técnico nos viu, ele perguntou o que aquele garoto falava, pois ele não entendia nenhuma palavra do que ele dizia. Perguntou até se a criança tinha problemas.
Em inglês, perguntei pro meu filho o que ele estava fazendo e com a maior naturalidade do mundo respondeu em inglês também, deixando o técnico atônito: ‘Ué, estou falando com ele em português. Sempre falei com os empregados em português... são só empregados...’.
Dei risadas com minha mãe. Meu filho sempre foi uma graça.”

Fiz essa associação com o texto da Zel por conta das referências que uma criança aprende. O garoto tagarela foi educado assim e não via problemas. A própria família formou um ser com imenso preconceito.

De qualquer maneira, esse é um retrato da nossa sociedade ocidental, orgulho, né?

:-S

3 de fevereiro de 2010

Rápidas

Começou na festa de ano novo: Todos no hotel sabiam cantar umas musiquinhas lixo que estão na moda. Num sei nem o nome pra falar aqui...
Ontem entrei numa loja e tava tocando uns pagodinhos de revirar o estomago e a galera cantando com o maior sentimento. TENSO...
Numa outra loja, pra tentar comprar um doce de leite, tive que aguentar Ivete Sangalo e Buchecha, ou Claudinho, sei lá qual dos dois (deve ser o que ta vivo).... Tava dando desespero... Mas o cara que tava atrás de mim na fila cantou TODAS.

***

Não ouço rádio. Ok, ouço, mas só a Kiss FM. Tem também a Nova Brasil FM que às vezes dá pra suportar. As outras todas tocam pagodinho, sertanejinho, forrozinho ou o abominável black ou hip-hop, sei lá... Odeio com todas as minhas forças essas músicas. Saquei pq eu não conheço o que a galera anda cantando. Mas num to a fim de aprender.

***

Minha vida inteira trabalhei com informação. E se tem uma coisa que eu sei fazer é escolher parâmetros pra pesquisar algo. Só que pra eu fazer uma pesquisa, o banco de dados tem que ser no mínimo confiável e a descrição (meta dados) bem feitos. Gente, eu sofro com incompetência, viu???

***

Num gosto nem um pouco de anis ou erva-doce, e fique super feliz ontem, pois comprei um pacote de balinha de goma e só tinha uma das horripilantes balinhas azuis! Comi totalmente despreocupada!

***

Tem um perfume que eu amo muitão. Ele é nacional, não é caro e acho que tem um cheirinho que combina com minha pessoua. Mas acho que ele me dá um tantim de alergia... Atchim...



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1 de fevereiro de 2010

Joaninha


Joaninha, upload feito originalmente por Gaborin.

No final de semana, eu estava assim.... AHAZZOOOOW!!!

28 de janeiro de 2010

Pi Pi Pipoca ca ca

Dia desses, o Jurubebo benhêzinho lindo do meu coração S2, mal chegou em casa e foi taxativo: “Quero pipoca!”

“Ta, né??” Respondi... Coraçãozinho amolece... Daí eu faço o que ele pede.

Não tenho grandes habilidades na cozinha, mas as poucas coisas que faço, faço bem...

“Ahhhhh Gaborin, BALELA... qualquer um sabe fazer pipoca bem, nem vem!”

Isso é verdade, afinal, não tem segredo, né? Mais ou menos. Fazer pipoca, realmente é tranqüilo, mas com alguns macetes, a coisa fica mais gostosa.

Em tempo: Não considero pipoca de micro-ondas gostosa, de nenhuma marca. Já experimentei diversas e é sempre a mesma coisa: pra estourar mais grãos de milho, queimamos as pipocas já estouradas. Já as pipocas para micro-ondas saborizadas tem um gostinho de plástico bem desmotivador. Além do mais, eu não tenho preguiça de pegar panela.

Aprendi a manha de fazer pipoca com minha mãe e vou dar o segredo aqui com exclusividade pra vocês: Assim que coloco na panela o milho e o óleo, deixo o fogo beeem baixo, aparentemente demora, mas quando o primeira grão estoura, mudo para fogo alto e que quase tudo vira pipoca de uma vez só. Praticamente um Big-Bang de pipoca!

Fácil, né? Assim, quase não fica milho sem estourar e nenhuma pipoca queima. Dá impressão que ela fica até mais saborosa....

Para mais sabor, continuo: use azeite. Sim, ao invés de óleo, use azeite. A pipoca fica com aquele perfume bom e o gosto é garantidamente melhor.

Algumas vezes, além do milho e do azeite, coloco orégano na panela. Quando a pipoca fica pronta, está com um gostinho bem suave, lembra até pizza (afinal, pizza sem orégano é sexo sem orgasmo), mas as folhas do tempero ficam quase todas na panela. É só mesmo pra dar um leve aroma.

Mais coisas legais de colocar na pipoca (durante o processo): Sazon, pimentas diversas e manjericão.

É por isso que meu benhê adora pipoca....

Em tempo 2: Sabe como transformar pipoca em algo muito, mas muito sem graça? Pegue um saco de pão, coloque um tanto de milho de pipoca e coloque no micro-ondas (como se fosse essas compradas). Depois de pronto (muito milho sobrando e muita pipoca queimada), adicione sal.. só que ele não pega na pipoca pq não tem óleo... fica uma dilicinha. Então, vc neurótica por emagrecimento diz: “Mas Gaborin, óleo faz mal, sal dá pressão alta! Não pode ficar comendo essas coisas!!” Daí eu respondo pra você: “Se não quer engordar, vá roer uma cenoura e fique longe de pipoca, ora bolas!”


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27 de janeiro de 2010

Gabi Gaborin, muito prazer!







Férias. Sem energia. Celular. Máquina fotográfica digital. Obturador aberto por 15 segundos.
Beeemmmm legal...

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25 de janeiro de 2010

O sapo, tchu-ru-ru-ruuuu.....

Sempre que eu passava por essas lojinhas de bugigangas (que na maioria das vezes são extremamente úteis), via aqueles dinossauros que ao serem colocados na água, poderiam aumentar até um milhão de vezes o tamanho. Toda vez me chamava a atenção, mas nunca comprei nenhum...

Antes das férias, estava passeando por uma loja dessas aqui no interior e vi, por apenas R$1,00 um sapinho com coroa de príncipe.

[digressão]
Não se empolguem, só comprei porque achei fofo, meu sapo/príncipe já está laçado e em breve serei a Senhora Gaborin Lopes (chiquérrimo, bem!!!!). Por falar nisso, depois que damos o beijinho no sapo e ele vira príncipe, deveriam parar de coaxar, não??? Enfim, dúvidas...
[/digressão]

Fiquei bem empolgada com o sapolino... A embalagem prometia um crescimento de 600 vezes. Imaginei o trequinho com quase do tamanho do Sagu, mas minha mãe aconselhou que eu reduzisse minhas expectativas...




Não duvido que o crescimento tenha sido de 600 vezes.... não tinha nenhuma metodologia de medição. Mas o fato é que o treco cresceu pacas, mas a “pele” verde dele, meio que rasgou e o gel saiu um pouco...

Durante o crescimento ele ficou torto e pra ele ficar bonitinho e certinho, demorou uma semana e meia na água.

Quando ele ficou pronto, achei super legal, mas depois dos primeiros minutos olhando pra ele, pensei: “OMG, o que faço com isso agora???”

Vejam bem, é um treco encharcado de água... 90% dos móveis de casa são de madeira e eu jamais faria a besteira de colocá-lo sobre madeira, néam???

Não dá pra brincar, não á pra expor, não dá pra fazer nada com esse troço depois que tiramos da água.




Por fim, peguei uma tampa de plástico em casa e deixei ele no meu quarto murchando. Uma semana depois ele tava com metade do tamanho. Duas semanas depois ele estava quase do tamanho original, só que com a “pele” verde toda rachada....um horror.

Nesse dia, sem ter virado príncipe, o sapo morreu no lixo.....

Ô coitado!


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18 de janeiro de 2010

Chá de cozinha não!






Não tem nada no mundo mais chato do que chá de cozinha, fato. Chá de bebe está pau a pau... Os dois são igualmente chatos.


Nunca gostei de participar desses eventos. Desde tempos imemoráveis, quando o mundo era ainda um caldo de aminoácidos e os dinossauros ainda não habitavam o planeta, eu já achava que essas reuniões só serviam para chatear.


É uma humilhação pra noiva sem precedentes. E tudo isso pra que? Para se ganhar um porta óleo de prástico que foi comprada na lojinha de “um e noventa e nove”? Ou então pra ganhar um super cestinho de lixo de banheiro, sem tampa, na cor laranja, que não combina com nada do que já inventaram pra uma casa?


Pois é.... não vale a pena. NÃO estou casando pra ganhar presente algum. Meu maior presente é viver em paz com o homem que eu amo. Todas essas bugigangas necessárias pro meu palácio, eu mesma compro, conforme iremos precisar e conforme nosso gosto...


E outra, eu tenho minha mãe com mais de 30 anos de experiência em ter uma casa. Ela sabe recomendar exatamente o que eu vou precisar comprar. Sem falar que ainda existem outras milhares de tranqueiras que eu e o Ju nunca pudemos ter nas casas de nossos pais e que a partir de setembro nós teremos! E vai ficar MUITO legal.... Casa clássica é uma pinóia.... Nosso palácio será divertido, bastante divertido!


Hoje em dia, existem as mais diversas variações dessas brincadeirinhas sem graça:
O chá de panela é a mesma porcaria do chá de cozinha, só muda o nome. Uma coisa que eu nunca compreendi direito, pq pedir tapetinho de box de banheiro se o chá é de cozinha? Acho que essa modalidade deveria se chamar “Chá pra mobiliar casa de pobre”.


Daí inventaram também o tal chá de calcinha, onde só vai mulher e ela ganha, adivinhe.... Calcinhas! Aposto que inventaram isso no desespero pra noiva não levar calcinha furada pra noite de núpcias ou lua de mel.... Pega mal com o noivo. Nessa modalidade, a noiva também é submetida às mais diversas humilhações por conta de..... Calcinhas... ⌐⌐


Já o chá bar não é sexista. Fica todo mundo lá bebendo e fazendo brincadeirinhas que ninguém gosta, mas se você não participar é melhor correr em ziguezague pra desviar das pedradas...


Não é difícil imaginar o porquê de eu não querer fazer isso, né?



Desenho da série: “To desenhando pra ninguém ter dúvida”




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