Contei que vou casar, né? Contei sim.... foi um comentário rápido, mas que eu disse, eu disse!!!
Enfim, os planos são para setembro do ano que vem (menos de um ano, puta frio na barriga).
Já temos um apartamento que é um charme. A antiga moradora ainda não saiu e isso já está me deixando um pouco irritada (irritada bagarai), afinal, precisamos começar a reforma.
Com a desculpa mais esfarrapada do mundo, dizendo que é pra nossa casa, compramos um Playstation 2 (ôeeee?). Beeemmmm legaus. Estamos nos divertindo com os joguinhos de Lego (Guerra nas Estrelas). Temos até o tapetinho de dança – é muito difícil e cansativo brincar naquilo: to amando. Foi uma das melhores aquisições EVER. Adoramos videogame e nada melhor prum casal do que algo que deixe os dois igualmente felizes.
Os planos pra reforma já estão quase todos traçados. Não decidimos como será o banheiro, mas a cozinha está toda pronta em nossa imaginação. Azulejos, faixa decorativa, piso, cor da pedra, estilo da bancada, onde ficará cada coisa... Um loosho!
Claro que estamos ansiosos com essa reforma, em levar os amigos pra conhecer nossa casinha, mostrar pra mama, pro papa e pro Alero. Sentir o cheirinho de cimento, tinta e madeira....
Daí você me pergunta: “E vão casar mesmo? Como manda o figurino?” Eu respondo que depende o que sua imaginação concebe como figurino. Vamos casar no civil que é mais que o suficiente. Cerimônia religiosa é linda pra quem gosta, vestido de noiva também. Nem eu nem o benhê achamos que fará qualquer diferença em nossas vidas, e, como a vida é nossa e ninguém tem nada a ver com isso, estamos ignorando as posições contrárias.
Casamento é algo muito caro, fato. A galera abusa do sonho das pessoas. Um vestido de noiva é um absurdo, cada florzinha que você escolhe é uma fortuna. Na-não. To fora. Mas ok, vamos ter aliança, disso eu faço questão. Sorte do meu bolso que meus sonhos são modestos, né?
Talvez façamos uma festa. Esse é um assunto ainda nebuloso. Tanto por que é caro, quanto por conta dos convidados. Por mim a lista dos que seriam convidados cairia pela metade, mas daí iria gerar um melindre tão insuportável que dá até sono. Aliás, uma amiga disse que quando casou, brotou gente até de baixo da terra pra dar indireta de que gostaria de ser convidado. Não botei fé no fato, mas percebi que é a mais pura verdade. Agora, amigos leitores e conhecedores da Gaborin, vocês realmente acreditam que eu estou minimamente satisfeita em convidar gente que faz questão de ser escrota? Não né?? Ai que ódio que dá de algumas coisas. Bem que minha prima fala: A lista, segundo os noivos, mudaria até durante a cerimônia.
O talvez de fazer festa também envolve o talvez fazer convite, lembrancinha (cada vez menos cotada pelo valor altíssimo de algo que ninguém vai usar), e álbum de fotografia. Se não tiver festa, no máximo terá um álbum de fotos que será feito no cartório mesmo. Se tiver festa e todas as outras coisas, já tenho tudo planejado, e ficaria bem divertido (pra mim ficaria!).
Na verdade verdadeira, o que eu gostaria mesmo era de dar um jantar pra família próxima depois do casório no civil e daí, chamar grupos de amigos e de familiares para um jantarzinho, já no apê, tanto para dividirmos a alegria de estar formando uma nova família, quanto para mostrar nosso canto. Mas isso ainda não está decidido.
E a única coisa que temos certeza é que temos um apartamento e que ainda não podemos entrar nele... O resto é tudo suposição! Certo, também temos um Play2!
Enfim, vamos casar. Estamos felizes! Isso é o importante.
Enfim, os planos são para setembro do ano que vem (menos de um ano, puta frio na barriga).
Já temos um apartamento que é um charme. A antiga moradora ainda não saiu e isso já está me deixando um pouco irritada (irritada bagarai), afinal, precisamos começar a reforma.
Com a desculpa mais esfarrapada do mundo, dizendo que é pra nossa casa, compramos um Playstation 2 (ôeeee?). Beeemmmm legaus. Estamos nos divertindo com os joguinhos de Lego (Guerra nas Estrelas). Temos até o tapetinho de dança – é muito difícil e cansativo brincar naquilo: to amando. Foi uma das melhores aquisições EVER. Adoramos videogame e nada melhor prum casal do que algo que deixe os dois igualmente felizes.
Os planos pra reforma já estão quase todos traçados. Não decidimos como será o banheiro, mas a cozinha está toda pronta em nossa imaginação. Azulejos, faixa decorativa, piso, cor da pedra, estilo da bancada, onde ficará cada coisa... Um loosho!
Claro que estamos ansiosos com essa reforma, em levar os amigos pra conhecer nossa casinha, mostrar pra mama, pro papa e pro Alero. Sentir o cheirinho de cimento, tinta e madeira....
Daí você me pergunta: “E vão casar mesmo? Como manda o figurino?” Eu respondo que depende o que sua imaginação concebe como figurino. Vamos casar no civil que é mais que o suficiente. Cerimônia religiosa é linda pra quem gosta, vestido de noiva também. Nem eu nem o benhê achamos que fará qualquer diferença em nossas vidas, e, como a vida é nossa e ninguém tem nada a ver com isso, estamos ignorando as posições contrárias.
Casamento é algo muito caro, fato. A galera abusa do sonho das pessoas. Um vestido de noiva é um absurdo, cada florzinha que você escolhe é uma fortuna. Na-não. To fora. Mas ok, vamos ter aliança, disso eu faço questão. Sorte do meu bolso que meus sonhos são modestos, né?
Talvez façamos uma festa. Esse é um assunto ainda nebuloso. Tanto por que é caro, quanto por conta dos convidados. Por mim a lista dos que seriam convidados cairia pela metade, mas daí iria gerar um melindre tão insuportável que dá até sono. Aliás, uma amiga disse que quando casou, brotou gente até de baixo da terra pra dar indireta de que gostaria de ser convidado. Não botei fé no fato, mas percebi que é a mais pura verdade. Agora, amigos leitores e conhecedores da Gaborin, vocês realmente acreditam que eu estou minimamente satisfeita em convidar gente que faz questão de ser escrota? Não né?? Ai que ódio que dá de algumas coisas. Bem que minha prima fala: A lista, segundo os noivos, mudaria até durante a cerimônia.
O talvez de fazer festa também envolve o talvez fazer convite, lembrancinha (cada vez menos cotada pelo valor altíssimo de algo que ninguém vai usar), e álbum de fotografia. Se não tiver festa, no máximo terá um álbum de fotos que será feito no cartório mesmo. Se tiver festa e todas as outras coisas, já tenho tudo planejado, e ficaria bem divertido (pra mim ficaria!).
Na verdade verdadeira, o que eu gostaria mesmo era de dar um jantar pra família próxima depois do casório no civil e daí, chamar grupos de amigos e de familiares para um jantarzinho, já no apê, tanto para dividirmos a alegria de estar formando uma nova família, quanto para mostrar nosso canto. Mas isso ainda não está decidido.
E a única coisa que temos certeza é que temos um apartamento e que ainda não podemos entrar nele... O resto é tudo suposição! Certo, também temos um Play2!
Enfim, vamos casar. Estamos felizes! Isso é o importante.




1 falatórios:
Eu e Ricbit casamos no cartório, numa terça-feira de manhã, só com duas testemunhas presentes. Voltamos pra casa e dormimos. E assim seguimos felizes.
Talvez se nossas familias morassem mais perto até teríamos feito um jantar num restaurante. Mas isso ficou só no noivado mesmo. E cê quer saber, foi ótimo! me livrei de convidados chatos, primas invejosas e tios bêbados.
Acho este negócio de casamento/festa/vestido/buffet uma máfia! Sou muito mais gastar a grana disso com uma puta viagem de lua de mel (que foi oq fizemos, fomos para paris e Roma) ou quem sabe com uma reforma, como vcs estão fazendo.
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Opinem, desabafem, reclamem, etc...
Mas vamos ser finos, ok?
Comentário barraqueiro será excluído! Aqui eu sou a soberana!
Beijinhos na alma!
Gaborin