19 de fevereiro de 2010

Parabéns Cebola




Meu presente pra você (que será colorido com todo o cuidado e entregue em mãos!)

Amamos você!

9 de fevereiro de 2010

Coisas que não consigo fazer:

Dançar na frente do espelho. Adoro dançar. Foi uma época muito boa quando fiz aula de dança de salão com o Osmar. Era divertido, relaxante e as pernocas até que estavam ficando bacaninhas.... Mas não consigo conceber a idéia de dançar na frente do espelho. Vergonha de mim mesma, entende?
Espelho é aquela maldição que me denuncia, que grita que estou patética por usar tal roupa ou com a maquiagem borrada. Ele é uma das melhores ferramentas que utilizo pra acabar comigo mesma. Acho que se eu dançar na frente do espelho, minha imagem sairá lá de dentro e me dará uns bons sopapos, isso sim. O espelho esfrega na minha cara o tamanho da afronta a tudo o que é humano por expor ao mundo tanta falta de coordenação, graça e leveza.

Cantar no chuveiro. Parece ser consenso que o chuveiro é o local em que todos soltam a voz. Ahhh como isso soa bizarro para mim. Já tentei? Claro. Também via novela e outros programas da TV aberta quando era menina (não que eu tenha virado menino, enfim). No dia que tentei cantar, desisti. Primeiro que eu não decoro música... bem, até decoro, mas não por muito tempo e não inteira inteirinha; segundo que eu detesto ouvir minha própria voz, e nem acho ela feia, só tenho certeza que não nasci com o dom do canto e meu espelho mental (o mais maldito) sempre está ali para alertar o quanto sou patética...
Só arrisco cantar quando sei que não tem ninguém por perto (e me certifico diversas vezes disso) e que o volume do som está mais alto que minha voz.


âpideite: Esse post foi inspirado numa postagem da Ila...

 
Esta é uma publicação do Gaborin Gaboriela. Se você leu em qualquer outro lugar sem os créditos, ele foi surrupiado sem autorização! Avise-me!

8 de fevereiro de 2010

Nasce pobre e morre pobre

Não adianta quanto dinheiro você possa ter, se você tem essência de pobre, sempre será pobre.
Trabalho numa empresa que vende artigos caros, ou seja, não é qualquer um que pode comprar. Na verdade é tudo MUITO caro...
Sempre aparece uns gringos pra comprar os produtos e de vez em quanto (é mais difícil) aparecem uns brazucas pra gastar o din din (Que em geral é alguma celebridade do momento que não sabe mais onde gastar).
Acontece que dia desses, apareceu uma galera da nossa querida Terra Brasilis. Como eles iriam gastar bastaaante dinheiro, a empresa resolveu fazer um agradinho e serviu umas trufas e champagne. Até aí tudo bem, tudo lindo....
Só que a galera que apareceu aqui, pode estar montado na grana, mas nunca vai deixar de ser pobre:
Os compradores mal chegaram e já foram pegando as coisas da mesa... Sabe pobre quando chega em festa de casamento (que tem boca livre) e fica desesperado pra ser o primeirão da fila e pra encher o prato o mais que ele puder? Então, assim...
A esposa do comprador, visivelmente possuidora de problemas de saúde por conta da obesidade (galera, não é pegando no pé das gordinhas, mas essa tinha dificuldade até pra andar ), comia as trufas como se não houvesse amanhã e entre uma risada histérica e outra, reclamou que não tinha onde sentar. E ela bebeu o refrigerante na lata mesmo, ignorando os copos.
Daí o fulano, depois que comprou de fato o produto, pegou a garrafa de champanhe e chacoalhou MUITO, provavelmente inspirado nos pilotos de F1. Quando a bebida ‘estourou’, emporcalhou de tal maneira o chão, que duas faxineiras foram chamadas para conseguir limpar tudo...
Cara, numa boa. Não é a melhor champanhe do mundo, mas parecia que nunca ninguém havia tomado champanhe na vida. Enquanto num acabou, eles não pararam de beber. Quem mais bebeu foi o filho do comprador. O que foi aquilo??? Por sorte, ninguém ficou bêbado. E sabe o motivo da não bebedeira? É que na hora do ‘estouro’ caiu tanta bebida no chão que não sobrou muita coisa pra ser servida.
E falavam alto, e riam alto e não prestavam atenção ao que estava sendo falado...
Por isso eu digo, não importa quantos zeros depois do um uma conta bancária possa ter, se o cara for pobre, ele será sempre pobre....
Os ricos brasileiros poderiam ser discretos como os gringos... seria tão melhor...


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5 de fevereiro de 2010

Empregado fala português.

Estava lendo as postagens (dos muitos blogs que acompanho) atrasadas da época de férias e me deparei com um post da Zel comentando sobre o twitter da Sasha, filha da apresentadora Xuxa. Leia o post da Zel como um todo para entender.
Isso me fez lembrar de uma história que ouvi ao entrevistar a matriarca de uma família para o trabalho.
A história era assim:

“Sou inglesa e todo ano, visitávamos a minha família lá. Como minha língua mãe é a inglesa e a do meu marido é o alemão, nossos filhos foram criados falando três línguas: o português, o inglês e o alemão. Cada um falava com os filhos em sua língua pátria e as crianças entendiam bem.
Um dia viajamos para a casa de minha mãe e alguns dias depois que chegamos, enfrentamos um problema na casa e por isso, chamamos um técnico. Após sua chegada, eu e minha mãe continuamos nossos afazeres quando de repente ouvimos o homem quase gritando ‘What?, What?’. Descemos até o porão para ver o que estava acontecemos e encontramos o meu filho mais tagarela com o homem, que ficava cada vez mais nervoso.
Quando o técnico nos viu, ele perguntou o que aquele garoto falava, pois ele não entendia nenhuma palavra do que ele dizia. Perguntou até se a criança tinha problemas.
Em inglês, perguntei pro meu filho o que ele estava fazendo e com a maior naturalidade do mundo respondeu em inglês também, deixando o técnico atônito: ‘Ué, estou falando com ele em português. Sempre falei com os empregados em português... são só empregados...’.
Dei risadas com minha mãe. Meu filho sempre foi uma graça.”

Fiz essa associação com o texto da Zel por conta das referências que uma criança aprende. O garoto tagarela foi educado assim e não via problemas. A própria família formou um ser com imenso preconceito.

De qualquer maneira, esse é um retrato da nossa sociedade ocidental, orgulho, né?

:-S

3 de fevereiro de 2010

Rápidas

Começou na festa de ano novo: Todos no hotel sabiam cantar umas musiquinhas lixo que estão na moda. Num sei nem o nome pra falar aqui...
Ontem entrei numa loja e tava tocando uns pagodinhos de revirar o estomago e a galera cantando com o maior sentimento. TENSO...
Numa outra loja, pra tentar comprar um doce de leite, tive que aguentar Ivete Sangalo e Buchecha, ou Claudinho, sei lá qual dos dois (deve ser o que ta vivo).... Tava dando desespero... Mas o cara que tava atrás de mim na fila cantou TODAS.

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Não ouço rádio. Ok, ouço, mas só a Kiss FM. Tem também a Nova Brasil FM que às vezes dá pra suportar. As outras todas tocam pagodinho, sertanejinho, forrozinho ou o abominável black ou hip-hop, sei lá... Odeio com todas as minhas forças essas músicas. Saquei pq eu não conheço o que a galera anda cantando. Mas num to a fim de aprender.

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Minha vida inteira trabalhei com informação. E se tem uma coisa que eu sei fazer é escolher parâmetros pra pesquisar algo. Só que pra eu fazer uma pesquisa, o banco de dados tem que ser no mínimo confiável e a descrição (meta dados) bem feitos. Gente, eu sofro com incompetência, viu???

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Num gosto nem um pouco de anis ou erva-doce, e fique super feliz ontem, pois comprei um pacote de balinha de goma e só tinha uma das horripilantes balinhas azuis! Comi totalmente despreocupada!

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Tem um perfume que eu amo muitão. Ele é nacional, não é caro e acho que tem um cheirinho que combina com minha pessoua. Mas acho que ele me dá um tantim de alergia... Atchim...



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1 de fevereiro de 2010

Joaninha


Joaninha, upload feito originalmente por Gaborin.
No final de semana, eu estava assim.... AHAZZOOOOW!!!